How to install Skype on Fedora

I’ve been using this bash script for a certain time to install Skype on my Fedora boxes and it has been working very well. The install brings resources like Skype Video working like a charm, so, it needs to be shared :-).

To do the install, you’re able to clone the Git repo or download it from Github:

git clone https://github.com/arglbr/SkypeOnFedora.git

Uncompress the zip and execute the “installskype” bash script. It will do the installation on your /opt, with a bash script to execute it at your /usr/bin..

Have fun!!

Como instalar o Skype no Fedora

Há um tempo utilizo este script bash para instalar o Skype num box Fedora e ele tem funcionado muito bem. A instalação por ele traz recursos como Skype Video funcionando de forma perfeita, então, passou da hora de compartilhar :-).

Para instalar, você pode clonar o repo do Git ou baixa-lo diretamente de lá:

git clone https://github.com/arglbr/SkypeOnFedora.git

Descompacte-o em qualquer canto, e execute o script installskype. Ele fará a instalação em seu /opt, com um script executável no seu /usr/bin.

Divirta-se!

Fedora installed IN the USB stick

Você pode ver este post em português também.

“Long time no see, blog” 😉

Daniel Faraday - Long time no see
Daniel Faraday - Long time no see

For a while I tried to use the XFCE Spin from Fedora as an alternative to continue on GNU/Linux and keep the corporate laptop without changes in your default settings. Upset with the performance of the Live ISO, I decided to do the OS installation directly on the USB stick.

The difference, at performance at all, is impressive. If like me, you do want to have a distro ready to allow you keep working even on a PC other than your own, forget the LIVE versions and install the OS directly on the USB stick. Works like a glove, you will have better impression and will get a better user experience than with the previous option.

The only problem I had was that during this process I discovered what might be a bug in the E6420 Latitude models of Dell: If you disable the hard disk through the BIOS your CD/DVD won’t be able to perform a boot, so it only will be possible from an USB. The strange thing is that only just enabling the hard disk makes the CD/DVD be able to dispatch the boot again. In these situations I like to turn off the hard disk to prevent any unwanted change during the install.Fedora USB Stick

The installation was finally done with two USB sticks: on the first of them I installed a LIVE version, I did the boot with the two USB drives connected and after the whole boot process I used the icon “Install on Hard Disk” to install the OS on the second USB stick. With everything working OK, I enabled the hard disk in BIOS again.

The laptop will keep the programs and settings within the corporate standards and I’m able to work happily in an OS I’m more productive.

 

See you! :-).

Fedora instalado NO pendrive

You can see this post in english too.

“Long time no see, blog” 😉

Daniel Faraday - Long time no see
Daniel Faraday - Long time no see

Por um tempo tentei utilizar o XFCE Spin do Fedora como uma alternativa para continuar no GNU/Linux e manter o laptop corporativo sem alterar qualquer configuração padrão. Chateado com a performance, resolvi realizar a instalação do SO diretamente no pendrive.

A diferença de performance impressiona. Se como eu, pretende ter uma distro mais ou menos pronta para permtir a continuidade de seu trabalho mesmo em um PC que não o seu, esqueça as versões LIVE e faça a instalação do SO no pendrive. Funciona como uma luva, vai causar melhor impressão e proporcionar uma experiência de uso bem melhor do que a opção anterior.

O único problema que tive foi que durante este processo descobri o que pode ser um bug nos modelos Latitude E6420 da Dell: Se você desabilitar o HD na BIOS seu drive de CD/DVD não vai ser capaz de realizar boot algum, ou seja, só será possível a partir da USB. O estranho é que o simples fato de ligar o HD novamente torna o drive de CD/DVD capaz disso. Nessas situações eu desligo o HD para prevenir qualquer alteração indesejada durante o processo de instalação.Fedora USB Stick

A instalação foi finalmente possível com dois pendrives: Instalei a versão LIVE em um, realizei o boot com os dois pendrives ligados e ao término do boot utilizei o ícone “Install on Hard Disk” para instalar o SO no segundo pendrive. Com tudo funcionando, liguei o HD na BIOS de novo.

O laptop permanecerá com seus programas e configurações dentro do padrão corporativo e eu poderei trabalhar feliz num SO onde sou mais produtivo.

 

Até! :-).

Seu ambiente de trabalho em 7 itens

Olá!

Este post é um meme que continuará a cadeia iniciada pelo Augusto Pascutti & Anderson Casimiro, na qual o Rafael Dohms fez uma contribuição e me adicionou.

Qual é a idéia?

  1. Escreva sobre 7 itens de seu ambiente de trabalho (fale sobre qualquer ponto que quiser);
  2. Indique de 3 a 5 pessoas para que possivelmente façam um artigo sobre seu ambiente.

Simples assim?! Sim, então vamos lá:

  1. SO: Fedora GNU/Linux. Sou usuário GNU/Linux desde 2001. Comecei a usar o Fedora após a migração natural que ocorreu dos usuários de RedHat 9 para o Fedora 1. No Fedora 7 abandonei e iniciei o uso do ArchLinux, distribuição que comanda meu notebook até hoje :-). Meu desktop no trabalho mantive no Fedora, com a versão 13. O ambiente gráfico é Gnome, com alguns elementos do desktop levemente adaptados às minhas necessidades. Uma frescura minha são os wallpapers, que troco religiosamente, toda sexta-feira. Aliás, meus perfis no AboutMe (preciso melhorar o look), Twitter & Identica refletem o que está no meu desktop.
  2. IDE (?!): GEdit, Vim & NetBeans. O GEdit, com 1/2 dúzia de plugins, fica muito parecido com o TextMate (só parecido!!). E é minha escolha primária para programar. Quando canso, abro o Vim. O NetBeans só uso quando trata-se de projeto com alta dependência de objetos e onde a memória ainda falha sobre a estrutura e relacionamento entre eles.
  3. VCS: Git. Putz, caros, foi amor à primeira vista. Quando o conheci em Jan/2009, troquei todos os repositórios SVN mantidos aqui por repos Git. Junto com uma estratégia de VCS eficiente, torna-se indispensável. O website oficial da ferramenta e o GitRef são leituras indispensáveis. Ah, o utilizo sem clients. Só abro o GitG de vez em quando para ter uma noção visual das source tree’s.
  4. SGBD: MySQL & Oracle. Acho que o MySQL dispensa comentários, embora recentemente precisei construir um cluster com replicação multi-master e dancei (estou estudando uma saída, se tiver alguma idéia, deixe um comentário!). O Oracle é o SGBD oficial dos dados da empresa, o que me faz naturalmente ter de trabalhar com ele.
  5. Shell: Bash. Este aqui é um dos motivos de minha alta produtividade com GNU/Linux. Como seriam nossos dias sem find, grep, tail, top, head, cut & sed?
  6. Web browser: Firefox. Faço parte da resistência. Ele é pesado, sim ele é. Mas só vou para o Chrome quando os add-ons WebDeveloper, ScreenGrab e uns outros aí estiverem disponíveis e 100% funcionais. E é uma verdade que sou mais fã do projeto Mozilla que dos demais. Falando em web browsers, já ouviram falar do RockMelt?
  7. Notetaking: GNote. Eu sou o tipo de pessoa que dependo e sou viciado em listas do tipo ToDo. Se você me pedir alguma coisa e por alguma razão eu deixar de anotar no GNote em meu desktop, eu vou esquecer. Então eu tenho vários Post-It’s prontos, do tipo “Monday tasks”, “1. Day of Month tasks”, e a famosa “ToDo List”.

Sobre linguagens, uso basicamente PHP. Quando possível, tento enriquecer meus conhecimentos em Python e ando fazendo algumas brincadeiras com C.

Aqui utilizamos outras coisas mais, como o Trac. Mas como deve-se parar com 7 itens, fica para um próximo post.

Agora, jogo a bola para o Eminetto. Já chamaram. Gaigalas, Guilherme Blanco… já convidados também.

OK, serei parte da do fim da chain… rs… Se por acaso quiser participar, deixe um comentário!

Até 😉