How to install Skype on Fedora

I’ve been using this bash script for a certain time to install Skype on my Fedora boxes and it has been working very well. The install brings resources like Skype Video working like a charm, so, it needs to be shared :-).

To do the install, you’re able to clone the Git repo or download it from Github:

git clone https://github.com/arglbr/SkypeOnFedora.git

Uncompress the zip and execute the “installskype” bash script. It will do the installation on your /opt, with a bash script to execute it at your /usr/bin..

Have fun!!

Como instalar o Skype no Fedora

Há um tempo utilizo este script bash para instalar o Skype num box Fedora e ele tem funcionado muito bem. A instalação por ele traz recursos como Skype Video funcionando de forma perfeita, então, passou da hora de compartilhar :-).

Para instalar, você pode clonar o repo do Git ou baixa-lo diretamente de lá:

git clone https://github.com/arglbr/SkypeOnFedora.git

Descompacte-o em qualquer canto, e execute o script installskype. Ele fará a instalação em seu /opt, com um script executável no seu /usr/bin.

Divirta-se!

Seu ambiente de trabalho em 7 itens

Olá!

Este post é um meme que continuará a cadeia iniciada pelo Augusto Pascutti & Anderson Casimiro, na qual o Rafael Dohms fez uma contribuição e me adicionou.

Qual é a idéia?

  1. Escreva sobre 7 itens de seu ambiente de trabalho (fale sobre qualquer ponto que quiser);
  2. Indique de 3 a 5 pessoas para que possivelmente façam um artigo sobre seu ambiente.

Simples assim?! Sim, então vamos lá:

  1. SO: Fedora GNU/Linux. Sou usuário GNU/Linux desde 2001. Comecei a usar o Fedora após a migração natural que ocorreu dos usuários de RedHat 9 para o Fedora 1. No Fedora 7 abandonei e iniciei o uso do ArchLinux, distribuição que comanda meu notebook até hoje :-). Meu desktop no trabalho mantive no Fedora, com a versão 13. O ambiente gráfico é Gnome, com alguns elementos do desktop levemente adaptados às minhas necessidades. Uma frescura minha são os wallpapers, que troco religiosamente, toda sexta-feira. Aliás, meus perfis no AboutMe (preciso melhorar o look), Twitter & Identica refletem o que está no meu desktop.
  2. IDE (?!): GEdit, Vim & NetBeans. O GEdit, com 1/2 dúzia de plugins, fica muito parecido com o TextMate (só parecido!!). E é minha escolha primária para programar. Quando canso, abro o Vim. O NetBeans só uso quando trata-se de projeto com alta dependência de objetos e onde a memória ainda falha sobre a estrutura e relacionamento entre eles.
  3. VCS: Git. Putz, caros, foi amor à primeira vista. Quando o conheci em Jan/2009, troquei todos os repositórios SVN mantidos aqui por repos Git. Junto com uma estratégia de VCS eficiente, torna-se indispensável. O website oficial da ferramenta e o GitRef são leituras indispensáveis. Ah, o utilizo sem clients. Só abro o GitG de vez em quando para ter uma noção visual das source tree’s.
  4. SGBD: MySQL & Oracle. Acho que o MySQL dispensa comentários, embora recentemente precisei construir um cluster com replicação multi-master e dancei (estou estudando uma saída, se tiver alguma idéia, deixe um comentário!). O Oracle é o SGBD oficial dos dados da empresa, o que me faz naturalmente ter de trabalhar com ele.
  5. Shell: Bash. Este aqui é um dos motivos de minha alta produtividade com GNU/Linux. Como seriam nossos dias sem find, grep, tail, top, head, cut & sed?
  6. Web browser: Firefox. Faço parte da resistência. Ele é pesado, sim ele é. Mas só vou para o Chrome quando os add-ons WebDeveloper, ScreenGrab e uns outros aí estiverem disponíveis e 100% funcionais. E é uma verdade que sou mais fã do projeto Mozilla que dos demais. Falando em web browsers, já ouviram falar do RockMelt?
  7. Notetaking: GNote. Eu sou o tipo de pessoa que dependo e sou viciado em listas do tipo ToDo. Se você me pedir alguma coisa e por alguma razão eu deixar de anotar no GNote em meu desktop, eu vou esquecer. Então eu tenho vários Post-It’s prontos, do tipo “Monday tasks”, “1. Day of Month tasks”, e a famosa “ToDo List”.

Sobre linguagens, uso basicamente PHP. Quando possível, tento enriquecer meus conhecimentos em Python e ando fazendo algumas brincadeiras com C.

Aqui utilizamos outras coisas mais, como o Trac. Mas como deve-se parar com 7 itens, fica para um próximo post.

Agora, jogo a bola para o Eminetto. Já chamaram. Gaigalas, Guilherme Blanco… já convidados também.

OK, serei parte da do fim da chain… rs… Se por acaso quiser participar, deixe um comentário!

Até 😉